Mesmo com o firme propósito de afogar as mágoas e sufocar as lágrimas no fundo de um rio; Eliza sabia em seu íntimo que esses pensamentos eram frutos de uma alma vazia e contraditória, escondida em meio a uma alto estima, que nunca existiu.
O espelho, a sua frente revelou o quanto ela estava enganando-se. Diante dela estava refletida a imagem de uma jovem amedrontada e perdida dentro de sua própria insignificância. Dentro daquele ínfimo ciclo, chamado, vida, ela era um nada, um Zé-ninguém. Ela