POV Dylan
A luz da manhã que entrava pelo corredor era diferente. Não tinha o peso da expectativa ou o medo paralisante dos dias anteriores. Havia uma expectativa silenciosa, uma espécie de trégua tácita que, pela primeira vez, parecia sustentar o peso do nosso ar compartilhado.
Eu estava no meu posto habitual, o café frio na mão, quando a porta do 402 se abriu. Lucy não saiu sozinha. Ela estava sendo acompanhada por uma neonatologista, e nos braços da médica, enrolado em mantas de algodão br