JULIAN BLACKWOOD
O mundo girava. As paredes da pousada pareciam se fechar sobre mim, rindo da minha arrogância. Eu, o homem que controlava impérios digitais, não conseguia controlar o próprio coração. Chloe tinha vencido? Não.
— Eu... eu vou buscar a minha rainha — balbuciei para o espelho manchado do quarto.
Tentei colocar o paletó, mas errei a manga três vezes. Desisti. Saí pela noite da Andaluzia apenas de camisa, com os botões tortos e uma garrafa de vinho tinto quase vazia na mão esquerda.