Que droga, essa garota só pode ter enlouquecido de vez. Tento abrir a porta, mas ela já a trancou com a chave.
— Carol, abre essa porta agora!
Ela finge que não ouve e segue caminhando pelo corredor. Corro atrás dela, preciso sair daqui.
— Porra, garota, eu tenho que ir embora! Me deixa sair! A palestra já deve ter começado, vão notar a minha falta e vir procurar por mim.
Ela para de repente. Fico de frente para ela e estendo a mão.
— Me dá logo essa chave.
— Você fala demais, Susaninha. —