Por volta da meia-noite, cansada, apaguei as luzes e me deitei na cama macia, deixando-me embalar pelo silêncio do meu quarto.
A calmaria, no entanto, durou poucas horas.
Às três horas da manhã, fui arrancada do sono profundo por um som sobressaltado. A campainha do meu apartamento começou a tocar de forma insistente, frenética, acompanhada por batidas secas e pesadas contra a madeira da porta.
Pulei da cama com o coração disparado no peito, a respiração presa na garganta. Quem poderia ser à