O êxtase daquele primeiro ápice ainda vibrava nas minhas veias quando as mãos grandes de Henrique me viraram de frente com uma firmeza implacável. Sem me dar um segundo para respirar, ele me ergueu pela cintura e me prensou novamente contra o vidro frio da janela panorâmica. Seus olhos escuros, cravados nos meus, brilhavam com uma fome que parecia longe de ser saciada. Ele se reacomodou entre as minhas pernas e voltou a me invadir, estocando fundo, forte e cadenciado, arrancando um suspiro ent