Laura apareceu na borda da piscina, o cabelo molhado escorrendo pelos ombros e um sorriso despreocupado que me fez sentir uma pontada de inveja pela sua inocência.
— Tina! — ela chamou, secando o rosto com uma toalha felpuda. — Aquele vinho maravilhoso que o Lucas trouxe... acho que deixei na bancada da cozinha da mansão, mas não tenho certeza se está gelado o suficiente. Você se importa de dar uma olhadinha para mim? A preguiça me venceu.
— Claro, Laura. Já volto — respondi, aproveitando a opo