O som do tecido da minha calcinha se rasgando ecoou na sala silenciosa como uma sentença definitiva. O toque frio do ar-condicionado na minha pele exposta contrastava violentamente com o calor abrasador da mão de Henrique, que subia com possessividade pela minha coxa, apertando minha carne com uma firmeza que me arrancou um arfar preso na garganta.
— Henrique, por favor... aqui não — sussurrei, a voz embargada, tentando sustentar o olhar escuro e dominador dele na penumbra do escritório. — Alg