— Você tentou matar o nosso filho, Hanna. Mas ainda tá aqui. E ele merece mais do que dois pais fodidos. Então... a gente vai fazer isso dar certo.
Arregalei os olhos.
— Você... você quer tentar?
Ele assentiu.
— Por ele. Pela única coisa boa que a gente fez juntos.
Olhei pra minha barriga. Minha mão instintivamente repousou sobre ela. Não era o final feliz que eu imaginei um dia. Mas era algo. Uma chance.
Ele me olhou de novo. Os olhos ainda cheios de mágoa. Mas havia algo ali. Uma