208. AS ARPÍAS JUNTAS
Enquanto isso, outros agentes da polícia haviam ido à casa de Cintia, mas foram enviados para a fazenda. Pedem para vê-la. Tiveram que esperar muito tempo até que finalmente a viram sair, muito pálida, acompanhada de seu marido.
—Para que precisam da minha esposa, se se pode saber? —perguntou Bernardino.
—Senhora Cintia Alcântara? —perguntou o agente com seriedade.
—Sim, senhor, sou eu —respondeu Cintia, avançando em direção a eles.
—Está presa. Tem que nos acompanhar neste momento —dis