171. CONTINUAÇÃO
As crianças me olham curiosas a princípio, como se estivessem tentando processar o significado das palavras de sua mãe. Não espero muito. Eu me afundo junto a elas na cama, envolto em uma mistura de culpa e nervosismo que faz minha voz tremer um pouco quando falo com elas.
Me aproximo e faço o mesmo com lágrimas nos olhos. As crianças estão entubadas, mas seus olhos brilham ao me ver.
—Olá, pequenos —digo, enquanto minha mão acaricia o cabelo bagunçado do meu filho—. Sinto muito por ter de