Danika desviava dos ataques de Vaiolet com a habilidade instintiva de uma rainha, mas o cansaço físico era evidente. Cada movimento parecia um esforço colossal, os músculos cansados pelo parto ainda recente. O quarto se enchia do som dos corpos se movendo, da respiração ofegante, e do tilintar ameaçador da adaga de prata nas mãos de Vaiolet, que tremia com o peso do ódio.
"Por que você simplesmente não morre?" Vaiolet cuspiu, a fúria distorcendo suas feições, os olhos inflamados com um brilho i