Ouvindo o rancor na voz de sua gangue, Corentin brincou com o cigarro entre os dedos e sua voz escapou, mortalmente séria:
— Ninguém toca nela. Além disso, vocês acham que ela está aproveitando a vida que tem agora? —
Paul sorriu e recostou-se no sofá.
— Isso é verdade. Acho que nunca sabemos o que o futuro no reserva. Se o chefe não se importa em deixar ela viva, ninguém mais tem motivos para reclamar, afinal ninguém estaria desfrutando dessa riqueza toda, se não fosse por ele. —
Mesmo sem