Magnus Blackwood
No fim da tarde, sentei sozinho na varanda. Eu precisava de silêncio, mas o silêncio já não existia naquela casa. Porque da cozinha vinha o barulho das panelas. Emily cantava alguma música inventada. Aurora ria de alguma resposta engraçada da menina. Marta conversava com as duas. Até os cachorros latiam mais. Tudo naquela casa era diferente.
Fechei os olhos.
Antes, eu teria mandado diminuir o volume. Hoje percebi que não queria porque a casa finalmente parecia habitada. E foi j