Aléssio Romano,
Eu estava sentado na minha cadeira de escritório, cercado por pilhas de documentos que aguardavam minha assinatura. O uísque na minha mão trazia uma sensação momentânea de conforto enquanto eu revisava os papéis. O silêncio pesado da sala foi quebrado pela entrada abrupta de Vito. Ele entrou com um sorriso malicioso, carregando aquele humor sarcástico de sempre.
— Amarrei o filho da püta na cadeira e o deixei no andar de cima. Quero ver a cara dele quando acordar e perceber q