- Me perdoe, Constância - Abaixando o olhar novamente, Tiago dizia em meio ao nervosismo - Me perdoe por ter sido um covarde.
- Acha que meu perdão te vale de alguma coisa? - Soltou as mãos das dele.
- Mais do que pensei que alguma coisa pudesse significar em minha vida - Declarou sinceramente, deixando uma lágrima rolar no rosto - Por favor.
Heloísa nada disse sobre isso, desviando o olhar para a porta. Havia um forte nó em seu peito. Nó da mentira. Nó da dor. Queria mata-lo por ter escondido