O CONFRONTO
GIORGIO
O tempo da passividade e das dúvidas acabou.
— O trajeto até o escritório particular de Genaro, no coração financeiro de Palermo, é feito sob o ritmo do meu próprio silêncio — um silêncio perigoso, carregado de perguntas que esperam por uma resposta há quatro anos.
Estaciono o carro em frente ao edifício de fachada espelhada, subo pelo elevador privativo e cruzo a recepção sem que a secretária tenha tempo de anunciar a minha presença. Empurro a porta dupla de jacaran