16. A bruxa
- Pensei que fosse dormir mais, querida. - disse Hélène, ela se encontrava ajoelhada sobre a grama, de costas para mim, mudando algumas mudas de flores do jardim da frente. Me assustei com o fato de ela saber que era eu sem ter me visto chegar.

- Quis aproveitar um pouco o sol do fim de tarde e vim te fazer companhia. - a previsão do tempo confirmara chuva por todo o domingo, mas o sol teimava em aparecer por entre as nuvens.

- Como bruxa, você aprende que tudo emana energia: o sol, a lua, até mesmo as pessoas, cada um com sua própria, quando entende isso, você passa a enxergar além do que seus olhos normalmente mostram. - ela parecia ler meus pensamentos quanto a dúvida de como acertara que era eu.

Me sentei ao seu lado, cruzando as pernas, a grama ainda estava molhada pela chuva que se estendeu por boa parte do dia.

- Então você não precisa ver para saber quem se aproxima?

- Na maioria das vezes, não. É como um cheiro, é característico, cada um possui o seu, quando se aprende
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