— Paciência, meu amor, eu valho a pena esperar! — Ele riu antes de nossos olhos se encontrarem no retrovisor.
Pedro entrou no banco do passageiro da frente e eu senti a energia no carro mudar. Era como quando você pensa que está sozinho em um quarto, mas vê algum tipo de sombra no canto do olho... medo, antecipação... os pelos da minha nuca se arrepiaram.
— Pedro, você precisa controlar sua aura. Você não deve nos temer, Vitoria. — Disse Matilde, segurando minha mão.
Foi só então que perceb