Eu podia sentir, um pé ultrapassando e entrando em nossa fronteira. A sensação era clara e urgente.
— Droga, sra. Azevedo… tranque a casa. Fechem as persianas! — Grito minha ordem para a sra. Azevedo. Já havia instruído a ela inúmeras vezes sobre o procedimento para manter as crianças seguras.
Ouço o som das persianas começando a descer. Jogo minha taça de vinho no chão e corro na direção do invasor. Aquele invasor que eu vinha sentindo por perto a tarde toda.
Pedro surge ao meu lado, correndo