Eu ouvi a voz de Gabriel entrar na minha mente.
— Desculpe, Alfa, eu não pensei.
— Está tudo bem, mas eu preciso falar com você a sós. Eu te procuro depois.
Cortei a conexão mental e agarrei o pulso de Diogo. Assim que o toquei, senti faíscas explodirem na minha mão, me forçando a soltá-lo como se tivesse me queimado. Não conseguia tocá-lo; era demais para mim.
Ele arqueou uma sobrancelha, olhando para minha mão agora fechada em um punho.
— Você precisa que eu vá a algum lugar com você?
Respondi