Mundo de ficçãoIniciar sessãoO carma é definido no hinduísmo como uma reação a boas ou más ações. Para Amélia, Pietro era exatamente assim, seu carma particular, principalmente quando se classificava na posição de melhor amigo e quase irmão do seu ciumento irmão mais velho. Como se não bastasse, ainda existiam duas mães loucas querendo juntar um casal impossível.
Ler maisA situação do mini paciente tinha sido estabilizada e toda a equipe de saúde já tentava respirar aliviada com a situação.Angel acompanhava o paciente, enquanto a cirurgiã de plantão não descia para dar o parecer sobre o sangramento e sua etiologia. Pelo caso, parecia algum tipo de perfuração pulmonar por corpo estranho.- Você de novo,Valenthina ? - a mulher riu ao ver, mais uma vez, a enfermeira pediátrica na sala de reanimação e as duas riram.- Tripliquei o plantão! -Angel disse ao procurar o prontuário do rapazinho desacordado na maca, já não sangrava mais, embora estivesse pálido por ter perdido tanto sangue e logo a equipe da hematologia chegaria com a bolsa de hemácias que seria transfundida.- Algum motivo especial? - a médica e amiga deAngel, perguntou em um tom casual.As conversas dentro do P.S eram sempre em um tom que não se mostrasse muito profissional ou pesado, afinal de contas, o dia a dia das equipes já era tenso demais.- Meu
- C-como? – o gaguejo saiu quase inaudível da boca deAngel.Marcelo abriu um sorriso ainda mais incrível, cheio de ruguinhas nos olhos e beijou a testa dela antes de repetir o pedido.- Eu perguntei se você deixa eu ser seu namorado. – ele fez carinho na bochecha dela com o polegar. – E também se você deixa eu te beijar, mas aí já é consequência, né? – o homem soltou uma risadinha espontânea e não percebeu quando os braços deAngel envolveram seu pescoço em um abraço aperto, carinhoso, gostoso e cheio de aconchego. Ela o encheu de beijos estalados e carinhosos, fazendoMarcelo sentir como se tivesse voltado aos seus 25 anos.O beijo não tardou a chegar, era calmo, gostoso e cheio de paixão, quase como o beijo da última noite na varanda, quando oGallo entrou pela janela encarnando o próprio pr&iac
- Nós vamos conversar com ela sobre isso. – o homem resmungou tentando colocar autoridade na sua fala e perdeu de ver a esposa rolando os olhos. Em que época ele estava preso?Angel não era mais criança!O ranger da cama denunciou que alguém estava muito apavorado e ao virar, Lauren viu a filha sentada no meio do colchão.Angel estava com os olhos arregalados e parecia prender a respiração, enquantoMarcelo continuava capotado e resmungando ao procurar a mulher na cama. Delilah despertou todo mundo do transe assim que começou latir, animada, como se aquele fosse o dia mais feliz da sua vida e finalmente,Marcelo despertou.- Delilah! – ele repreendeu a cadelinha ao sentar na cama, e deu graças a Deus por não ter tirado a camisa na noite passada, principalmente depois de ver a péssima cara deEnrico pai. – Eu... Vim ver aAngel ontem e trouxe u
O abraço parecia mais apertado, e a vontade de colar ainda mais o corpo também, assim como a de unir os dois em um só àquela noite. A mulher se apoiou nos ombros dele e sentiu as mãos deMarcelo descerem por suas costas, passar pela bunda e suspendê-la no colo, fazendoAngel enlaçar as pernas em volta da sua cintura. Alguns beijinhos desceram pelo pescoço e quando o homem conseguiu sentar na cama de casal, com ela em seu colo, Delilah latiu muito inconformada com aquela cena terrível.- Merda. –Angel abafou uma risada no pescoço dele, sentindo seu corpo ser ainda mais aconchegado no abraço, quandoMarcelo escondia uma risada no ombro dela. – Você é um péssimo pai!- Hey! Eu não sou péssimo p... que bosta, eu sou né? – ele riu baixinho e continuou a espalhar beijinhos pelo ombro nu da moça.- Só um pou
Último capítulo