Helena começou a entender onde estava indo quando o carro reduziu a velocidade.
O prédio à frente não era apenas grande. Era simbólico. Fachada de vidro iluminada, segurança discreta na entrada, um fluxo constante de carros de alto padrão chegando e saindo com precisão quase coreografada. Um tipo de lugar que não precisava se explicar.
— Lucas… — ela disse, virando-se para ele. — Que lugar é esse?
Ele sorriu, calmo demais para alguém prestes a revelar algo grande.
— Confia em mim. Já chegamos.