**Benicio de Alcântara e leão**
Meu corpo enrijecia a cada segundo. O som na mata não era apenas o vento ou algum animal se movendo entre as folhas. Havia algo maior ali, algo que me fez prender a respiração.
Eu me aproximei da janela da cabana, tentando enxergar alguma coisa através da escuridão, mas a floresta densa engolia qualquer vestígio de luz. O fogo da lareira lançava sombras trêmulas contra as paredes rústicas da cabana, mas lá fora tudo permanecia oculto.
Meus olhos se voltaram par