— Olívia? Você está aí? — perguntei nervoso.
— Hum... sim, estou aqui. — ela respondeu depois de alguns segundos.
— Me explique direito essa história de flores, quando elas chegaram? Aliás, fique longe, se possível, jogue fora. — orientei.
— Não tem muito o que explicar, elas foram entregues há pouco tempo, tem um bilhete escrito "Sinto sua falta, meu amor" e eu achei que era você... — falou baixinho.
— Guarde apenas o cartão, jogue as flores fora, por favor, não confio nisso. — pedi. —