Eu aceitei a mão estendida e segui por entre as árvores. Passamos pelo estacionamento e eu pensei que Alberto fosse querer me levar para o seu carro. Já estava pronta para recusar, mas ele passou direto, e como se estivesse no jardim da sua própria casa, ele me conduziu para um lugar silencioso, onde não podia-se ouvir mais o som da música que animava a festa.
Paramos numa mureta que dava vista para a rua deserta, e que rodeava o espaço gigantesco, escolhido para a festa.
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