Lucca ficou em silêncio e seguimos um tempo sem dizer nada, pelo caminho suntuoso, cercado de árvores esplendorosas e altas, cheias de folhas, que balançavam com o vento fresco vindo do mar.
— Se eu dissesse que nunca havia bebido antes, acreditaria em mim? — perguntei, apertando levemente o braço dele, apreensiva.
— Sim, acreditaria. Porque sei que a imprensa só mostra o que vê e o que quer que suponhamos que aconteceu.
— Você... Leu o que escreveram sobre mim?
— Sim.
— E pelo visto seu irmão.