“Fugir não é ir embora. É escolher quando voltar.”
O aeroporto não era o principal, e isso havia sido proposital. Isadora aprendeu cedo que os grandes gestos são para palco, não para fuga. Para desaparecer de verdade, era preciso usar saídas menores, voos menos óbvios, destinos que ninguém associa de imediato ao poder.
Ela caminhava pelo saguão com a naturalidade de quem já decorou o próprio disfarce. O cabelo, antes perfeitamente tratado em salões específicos, agora estava preso em um rabo des