Já tinha passado uma hora e nada de uma informação de Janessa. Eu já estava aflita e, para piorar, não podia contar para ninguém porque era de madrugada. As horas passavam e nada. As lágrimas teimam em rolar dos meus olhos e, em meio a essa aflição, começo a fazer uma prece silenciosa para que ela se recupere.
Uma enfermeira passou e a chamei, mas ela não sabia me informar nada. Estava preocupada até que vi a doutora Alice.
"Doutora, por favor, me conta o que está acontecendo?", ela olhou para