181. OS SEGREDOS DE MAILEN
Com dedos trémulos, marca novamente o número do banco. A espera do toque de chamada parece-lhe eterna enquanto a sua mente repassa freneticamente cada documento assinado, cada acordo selado, cada funcionário comprado. Em algum lugar tinha de estar o erro, e ela ia encontrá-lo.
—Tem de ser um erro —repete como um mantra, tentando convencer-se a si própria—. Simplesmente tem de ser.
—Senhor Dubois, sou a Mailen novamente