Na quarta-feira, Anne acordou com Oliveira miando ao lado da cama como se estivesse tentando alertar o prédio inteiro de que havia sido abandonado.
Ainda sonolenta, estendeu a mão até o criado-mudo, encontrou o celular e precisou piscar algumas vezes para enxergar o horário na tela. Passava das dez, o que explicava a indignação do gato e a maneira insistente como ele apoiava as patas dianteiras no colchão, miava perto do rosto dela e depois caminhava até a porta, voltando segundos depois para