Quando cheguei ao velório do Felipe, amparada por Théo e Manu, senti como se um trator tivesse passado por cima de mim. Ver meu irmão naquele caixão partiu algo dentro de mim — e a dor era profunda e esmagadora.
Fui até o caixão e chorei sobre ele, rezando para que Deus fizesse um milagre e meu irmão voltasse à vida. Nada daquilo parecia real — tudo era um pesadelo. A raiva quase me fez querer jogar todos aqueles arranjos no chão, cada maldita faixa de “saudades eternas”, sabendo que metade daq