POV: GUSTAVO
A marca da Helena ainda estava em mim. Literalmente. O arranhão leve nas minhas costas, feito durante a nossa explosão sobre a mesa de carvalho da holding, ardia sob a camisa de algodão egípcio, e cada pontada era um lembrete de que o jogo tinha mudado. Eu não a "conquistei"; eu fui admitido no mundo dela. E o mundo da Helena era viciante.
Passei o dia seguinte em uma espécie de transe funcional. Eu assinava documentos, despachava com o Caio — que agora operava com a precisão