O corpo dele jazia estendido junto à pedra do portão. O braço esquerdo mutilado, o peito subindo e descendo de forma irregular: fraco, mas vivo. A visão do primo, do homem que sempre fora seu escudo, agora quebrado, fez o mundo desabar ao redor. Tudo se calou: o barulho, os gritos, o rugido das criaturas. Restou apenas o som frenético do coração dela, martelando em desespero.
Sem pensar, ela correu. A razão cedeu lugar ao instinto, à necessidade primal de proteger o que amava. Empunhando o peda