— Não, Darius! Não! — gritou Marsalla, a voz rasgando a garganta. Mas ele já não a ouvia.
Os olhos de Darius estavam brancos, opacos como vidro trincado. A pele pulsava com veias negras que subiam pelo pescoço, e uma espuma densa escorria pelos cantos da boca. Ele tremia, cada músculo do corpo estava travado entre a agonia da possessão e o êxtase do poder absoluto.
— O do cabelinho, sei que você está aí dentro! Mais forte que isso! — Ignes dizia, gesticulando com as mãos.
— Darius, ouve a minha