POV: JADE
O visor do celular continuava aceso. Na tela, só havia duas coisas: as coordenadas da Avenida Paulista e o nome de Henrique.
— Dá a ré, Rafael — falei, a voz saindo num sussurro que cortou o barulho do motor em marcha lenta do Corolla. — A gente vai voltar lá pra dentro.
Rafael tirou a mão esquerda do volante e me encarou no escuro da cabine.
— A gente não sabe se é uma emboscada dele, Jade.
— Eu não ligo. O Henrique me conhece. Ele sabe o que eu fiz, sabe o que eu assinei e estav