O tempo tinha uma maneira curiosa de passar.
Quando Hina era pequena, eu tinha a impressão de que cada mudança acontecia diante dos meus olhos. Primeiro vieram os primeiros passos, depois as primeiras palavras, as corridas pelo quintal, as amizades, as discussões, os sonhos.
Então ela cresceu.
Casou-se.
Construiu sua própria casa.
E, quando percebi, aquela menina que um dia segurou minha mão para aprender a andar agora segurava a mão dos próprios filhos.
Eu estava sentada na varanda