Meu corpo se recusou a se mover durante um breve instante.
Eu permanecia diante da árvore de folhas prateadas, segurando Akatsuki com tanta força que meus dedos começaram a doer. A silhueta continuava caminhando lentamente em nossa direção, atravessando o campo como se a distância não significasse absolutamente nada para ela. Cada passo fazia o vazio avançar mais alguns metros. As flores desapareciam sem deixar vestígios, as árvores perdiam a forma e o céu parecia ser lentamente apagado, como u