Deixamos a Árvore das Memórias quando o primeiro brilho do amanhecer atravessou a floresta.
Ninguém falava muito.
Mesmo Kaien, que sempre encontrava alguma piada para aliviar o ambiente, caminhava em silêncio, olhando para trás de vez em quando, como se esperasse ver Lyra surgir outra vez entre as folhas brancas.
Eu também olhei.
Mas a árvore permanecia imóvel.
Parecia satisfeita.
Como se, depois de séculos, finalmente tivesse cumprido uma promessa.
Enquanto caminhávamos, observei Sakura. Havia