A nova rachadura atravessou lentamente o cristal.
Ninguém respirou.
O pequeno núcleo permaneceu repousando dentro do tronco da árvore, mas sua luz já não era a mesma. Ela pulsava devagar, como um coração cansado que lutava para continuar batendo. Cada nova fissura espalhava delicados reflexos prateados pelo interior da madeira, fazendo as quatro espadas vibrarem ao mesmo tempo.
Meu peito apertou.
A sensação era estranha.
Era como se aquela rachadura também estivesse acontecendo dentro de mim.
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