Ele parece sincero, o que quebra um pedaço do muro que ergui entre nós. Abaixo o olhar. Nós estamos perto demais. Isso talvez esteja afetando o meu cérebro. Não é possível que eu esteja disposta a perdoá-lo tão facilmente.
— Tudo bem — me pego dizendo, e não há sarcasmo quando concluo: — Você estava certo, afinal, não é? Eu não te conheço.
Por mais que eu tenha ficado chateada quando ele repetiu o que nossas irmãs já haviam me dito antes, não posso dizer que estava errado. Eu fiquei irritada ju