A casa dos Verone nunca pareceu tão fria.
Alina parou diante dos portões, olhando para dentro como se estivesse encarando um passado que já não a alcançava mais.
Mas ainda tentava.
— Quer que eu entre com você? — Dante perguntou, ao lado dela.
Ela não desviou o olhar.
— Não.
Uma pausa.
— Isso é meu.
Silêncio.
Dante a observou por um segundo.
E assentiu.
— Eu estarei aqui.
Ela não respondeu.
Mas sabia.
E isso… fazia diferença.
Alina atravessou os portões.
Sozinha.
—
A porta principal se abriu an