121. Nosso Mundo Inteirinho
O trajeto até a casa de Nathan é silencioso, mas confortável.
Ele dirige com uma mão no volante e a outra segurando a minha, de vez em quando lançando olhares rápidos, como se ainda estivesse preocupado.
— Para de me olhar desse jeito — digo, sorrindo. — Estou bem.
— Só checando — ele responde, levando minha mão até os lábios e beijando meus dedos. — Você desmaiou há algumas horas. Tenho direito de ficar preocupado, certo?
Assinto, sorrindo como uma boba.
Pouco depois, quando Nathan vira n