Adonis
— Alô? — falo assim que alcanço o telefone.
— Senhor Kappas, aqui é o gerente do banco. — Ao ouvir de quem se trata, eu me sento na cama e esfrego o rosto para despertar.
— Sim, alguma novidade?
— Precisamos que venha até o banco, para conversarmos pessoalmente — pede, respiro fundo.
— Tudo bem, quando?
— A hora que puder. Estamos lhe aguardando.
— Ok, irei hoje pela manhã. — Desligo o celular e me deixo cair sobre o colchão, encarando o teto do meu apartamento e solto uma lufada