Os braços de Juliana estavam cruzados sobre seu peito, suas pernas também cruzadas, com seu pé se movendo constantemente. A expressão de seu rosto era de se temer.
— Estás me dizendo que estavas de forma aleatória na rua, e que aquela garota se aproximou de ti, beijou-te e tirou essa foto — ergueu uma sobrancelha — e queres que eu acredite nisso?
Lukas assentiu.
— Sim, porque não posso te dar outra versão, já que foi isso o que ocorreu — disse ele, muito natural, sentado na cama à frente dela.