O final de semana chegou como um suspiro de alívio. Depois de toda a turbulência com a família dele, Michel decidiu que precisávamos de um tempo só nosso, longe de Goiânia, do escritório e das expectativas.
— Quero te levar pra um lugar especial — disse ele na sexta à tarde, enquanto saíamos do escritório. — Só nós dois. Sem celular, sem reuniões, sem ninguém.
Aceitei na hora.
Saímos de carro no fim da tarde. Michel dirigia com uma mão no volante e a outra na minha coxa, o polegar fazendo carin