Mundo ficciónIniciar sesiónNo porta-malas, ia protegido dos solavancos do veículo um pequeno anjo mergulhado em formol. Todo serial killer começa de algum lugar. E o seu passado é revelador. Vincent Hughes nasceu e cresceu em meio ao conforto e aos cuidados de sua mãe, mas a felicidade nem sempre se fez presente em suas vidas. Seu passado revela como o aparente homem perfeito trilhou por um caminho sem volta, se tornando um peculiar colecionador – de fetos –, e o serial killer mais procurado de Los Angeles, conhecido como Ceifador de Anjos.
Leer másVincent e Donna acabavam de comemorar dois anos de namoro, a data especial foi comemorada pelo casal com um almoço rápido, mas especial, no meio do expediente de trabalho de Vincent, mas o jantar fora meticulosamente planejado na casa dele, pois queriam privacidade e ele se prontificou a cozinhar.Jenna falecera há um ano, lamentavelmente por uma parada cardíaca, e assim como Vincent receava, ela estava sozinha e fora encontrada horas depois por uma amiga com quem combinara de sair, mas já não havia chances de ser socorrida. Vincent permaneceu na casa e a manteve tal qual a mãe deixou.Donna iniciara uma especialização na área de história, com a intenção de lecionar em faculdades no futuro, o que era um sonho para ela, e Vincent em muito a incentivava. Ele, por sua vez, foi indicado pelo diretor do hospital à uma promoção graças ao seu excelente trabal
Vincent viajou um dia antes de Adelle, pois se encarregara de organizar a casa para a qual a faxineira já o esperava para que fizessem as devidas alterações no espaço, de forma a acomodar a amiga e seus sete convidados.A casa era mesmo pequena, embora bastante aconchegante. Contava com uma cozinha, uma sala e duas suítes, de forma que se dividiram em dois grupos de quatro para se acomodarem nos quartos.Vincent levara com ele o amigo Michael, que seria o “rolo” de Adelle enquanto durasse o feriado, e também Julie, amiga de infância e que estudara no mesmo colégio que a aniversariante, acompanhada do namorado Alex.Adelle, por sua vez, incumbiu-se de levar com ela a melhor amiga Donna, além de Ella e Jones, a moça também era estudante de Direito, enquanto o rapaz era veterinário formado.Donna trabalhou até duas horas antes da viagem, para sua sorte Jones
— Você não para nem mesmo para comer, né, Barbie? — disse se referindo ao livro aberto sobre a mesa, ao mesmo tempo que colocava um copo de suco ao lado do copo da amiga, inclinando-se para beijar sua bochecha.— Barbie, Ade!? — falou fazendo careta e olhando rapidamente ao redor, sacudindo seu cabelo loiro preso em um elegante rabo de cavalo, enquanto Adelle puxava uma cadeira se sentando ao seu lado. — Para com isso, já te pedi, dá última vez que você me chamou assim, tive que aguentar por uma semana as brincadeirinhas sem graça do Will e do Bob! — reclamou.— Aqueles babacas gostam de você, não tenho culpa! Arruma um namorado e eles param de te encher, simples assim — Adelle sugeriu dando de ombros. — E também não tenho culpa de você ser a cópia fiel da Barbie, só que mais carnuda e... — falou lançand
Tóquio, Japão— Kioshi? — chamou, deixando que a porta batesse atrás de si, fazendo o seu amante interromper seus devaneios, erguendo a cabeça na sua direção.— Yoko! O que está fazendo aqui? — perguntou incrédulo, mas sem se levantar do chão onde estava confortavelmente sentado de pernas cruzadas.— O que fez com seu cabelo? — indagou ela correndo ao seu encontro, ajoelhando-se na sua frente e levando as mãos até o rosto dele, demonstrando preocupação. — Seus cabelos, Kioshi, por que você os raspou?— Eu precisei, Yoko, foi um último ato de desespero, eu... queria passar despercebido, mas não adiantou nada, não é?— Não — respondeu Yoko meneando negativamente a cabeça. — Seu rosto está nas manchetes de jornai
Último capítulo