Marcus estava sozinho em seu quarto. A escuridão se fazia presente, interrompida apenas pela luz suave de um abajur no canto, que projetava sombras longas e inquietas pelas paredes. Ele se encontrava encostado na poltrona de couro próxima à janela aberta, sentindo a brisa fresca da noite em sua pele. Vestia apenas uma bermuda cinza, os pés descalços apoiados no chão frio. Na mão, um copo de whisky, o líquido âmbar refletindo a luz fraca.
Ele inclinou a cabeça para trás, fechando os olhos por um