Paris
— Posso? — mostrou a gravata.
Franzi o rosto sem entender.
Fiquei pensando se queria me amarrar ou vendar. As duas possibilidades me deixavam excitada.
Balancei a cabeça dizendo sim e fiquei onde estava, esperando o que viria.
Ele veio e amarrou a gravata cobrindo meus olhos. Logo após, foi descendo beijando minha pele, me deixando toda em alerta sobre até onde seus beijos iriam. E quando chegou na minha boceta, estremeci. Ela já esperava loucamente seus lábios, sua língua... e ele me deu