CAPÍTULO 32

Paris

— Posso? — mostrou a gravata.

Franzi o rosto sem entender.

Fiquei pensando se queria me amarrar ou vendar. As duas possibilidades me deixavam excitada.

Balancei a cabeça dizendo sim e fiquei onde estava, esperando o que viria.

Ele veio e amarrou a gravata cobrindo meus olhos. Logo após, foi descendo beijando minha pele, me deixando toda em alerta sobre até onde seus beijos iriam. E quando chegou na minha boceta, estremeci. Ela já esperava loucamente seus lábios, sua língua... e ele me deu
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