Giulia acordou devagar, ainda presa à sensação quente da noite anterior, quando sentiu os lábios de Alessandro encostando de leve no ombro dela.
Um beijo.
Depois outro.
Demorado o suficiente para tirá-la do sono sem pressa.
— Vamos?
A voz dele veio baixa, rouca, quase arrastada.
Ela se mexeu um pouco, reclamando baixinho, ainda com os olhos fechados, o corpo pesado, completamente entregue ao conforto da cama.
— A gente praticamente não dormiu… — murmurou, virando o rosto no travesseiro.